Desculpem , mas só consigo pensar em aforismos relacionados à minha dura realidade de tentar produzir um tese. E, com pouca criatividade, me aproveitei de frases alheias. Mas acredito que há sabedoria prática nas ideias. Teclado mole e disciplina dura tanto bate até que a tese sai.
Mais vale um artigo aprovado que dois artigos brilhantes.
Devagar se vai longe, mas cuidado com os prazos….
Diga com que autores anda que lhe direi quem é seu coletivo de pensamento
A banca ajuda a quem cedo madruga
Onde há fumaça, há a cabeça de um pós-graduando pegando fogo
Aforismos : refletindo no isolamento A vida social é uma régua: mede-se tudo, compara-se tudo. A máscara que cobre o nariz e a boca, encobre o que a gente realmente pensa. A indução leva a ação, mas a ação pode levar a morte. Não sair pode ser a solução, mas alguém deixará de comer por causa disso.
Água mole em pedra dura, tanto bate até que molha. Em terra de cego, quem tem um olho é expulso. Deus ajuda quem cedo madruga, mas dormir não é pecado. Diz-me com quem andas, que eu te direi se vou contigo.
Nos comemos uns aos outros, socialmente, economicamente, filosoficamente. É o que restou no mundo. Literalmente a expressão mascarada dos coletivos que se escondem atrás da religião e dos tratados de guerras. Ser e deter o poder, eis a questão.
(Algum podem dizer que estão em ordem alfabética, mas acho que nem tanto assim. Considero mais uma desordem analfabética)
André Vallias Anita Malfatti Augusto de Campos Bachofen Borges Clarice Lispector Clastres Décio Pignatari Deleuze Engels Eurípedes (As Bacantes) Freud Gabriel Tarde Georges Bataille Geraldo Ferraz Guimarães Rosa Hegel Irmãos Campos (Augusto de Campos e Haroldo de Campos) Jaime Adour da Câmara José Lezama Lima Juan José Saer (O enteado) Keyserling Lezania Luma Machado de Assis Manuel Bandeira Mário de Andrade Marx Métraux Montaigne Nietzsche Oswald de Andrade Oswaldo Costa Pagu Raul Bopp Tarsila do Amaral Tiqqun (Jornal) Zé Celso
MANIFESTO INSPIRADO PELO COMEÇO - A irritação demonstra uma (ou mais) frustrações. - Atender compreende entender. - Energias vibracionais positivas sim se atraem. As negativas se anulam, se engolem. - Quem pede pouco ganha menos ainda, nessa vida ser pidão é sobreviver. - Dividir e conquistar também é perder.
A Periferia nos une pelo amor, pela dor e pela cor. dos becos e vielas há de vir a voz que grita contra o silêncio que nos pune. Eis que surge das ladeiras um povo lindo e inteligente galopando contra o passado. A favor de um futuro limpo, para todos os brasileiros.
A favor de um subúrbio que clama por arte e cultura, e universidade para a diversidade. Agogôs e tamborins acompanhados de violinos, só depois da aula.
Contra a arte patrocinada pelos que corrompem a liberdade de opção. Contra a arte fabricada para destruir o senso crítico, a emoção e a sensibilidade que nasce da múltipla escolha.
A Arte que liberta não pode vir da mão que escraviza.
A favor do batuque da cozinha que nasce na cozinha e sinhá não quer. Da poesia periférica que brota na porta do bar. Do teatro que não vem do “ter ou não ter…”. Do cinema real que transmite ilusão. Das Artes Plásticas, que, de concreto, quer substituir os barracos de madeiras. Da Dança que desafoga no lago dos cisnes. Da Música que não embala os adormecidos. Da Literatura das ruas despertando nas calçadas.
A Periferia unida, no centro de todas as coisas.
Contra o racismo, a intolerância e as injustiças sociais das quais a arte vigente não fala.
Contra o artista surdo-mudo e a letra que não fala.
É preciso sugar da arte um novo tipo de artista: o artista-cidadão. Aquele que na sua arte não revoluciona o mundo, mas também não compactua com a mediocridade que imbeciliza um povo desprovido de oportunidades. Um artista a serviço da comunidade, do país. Que armado da verdade, por si só exercita a revolução.
Contra a arte domingueira que defeca em nossa sala e nos hipnotiza no colo da poltrona. Contra a barbárie que é a falta de bibliotecas, cinemas, museus, teatros e espaços para o acesso à produção cultural. Contra reis e rainhas do castelo globalizado e quadril avantajado. Contra o capital que ignora o interior a favor do exterior. Miami pra eles ? “Me ame pra nós!”. Contra os carrascos e as vítimas do sistema. Contra os covardes e eruditos de aquário. Contra o artista serviçal escravo da vaidade. Contra os vampiros das verbas públicas e arte privada. A Arte que liberta não pode vir da mão que escraviza.
Por uma Periferia que nos une pelo amor, pela dor e pela cor.
Manifesto Comendo de boca fechada
ResponderExcluirComeçar é muitas vezes uma utopia
Estar cheio é sinal de alguma qualidade
O novo sempre tem uma tendência a parecer ridículo
O incompreensível demonstra alguma humildade
Comer tem vários sentidos
Manifesto Comendo pelas Beiradas
ResponderExcluirAs melhores coisas da vida são comer.
Um prato requentado também tem seu valor.
Nada como uma boa talagada para abrir o apetite.
E depois do banquete? Sonhos!
Manifesto Pintura na Gameleira Branca
ResponderExcluirAurora é um Tempo. Dos começos e dos fins.
Uma tinta numa casca de árvore é marca d'água do Passado. Recado para o presente.
O caule arranhado de uma árvore guarda algum futuro.
A tinta que cai na pele do tempo é rebelde: a gravura se põe e amanhece ser.
Manifesto da Pandemia em pílulas
ResponderExcluirPílula amarela: Um ser sozinho, nunca está só.
Pílula vermelha: Quem tem fome nunca come 3 frutas diferentes ao dia.
Pílula azul: O álcool inebria e protege o corpo e a mente.
Pílula preta: A janela também é a porta de saída.
Pílula branca: Na pandemia, as dores são diferentes, afinal pau que bate em Francisco não bate em Chico.
Algumas de nossas letras e números tem mais poesia, são mais inovadoras e não possuem patentes: inventamos o 14-Bis antes do B-29
ResponderExcluirDesculpem , mas só consigo pensar em aforismos relacionados à minha dura realidade de tentar produzir um tese. E, com pouca criatividade, me aproveitei de frases alheias. Mas acredito que há sabedoria prática nas ideias.
ResponderExcluirTeclado mole e disciplina dura tanto bate até que a tese sai.
Mais vale um artigo aprovado que dois artigos brilhantes.
Devagar se vai longe, mas cuidado com os prazos….
Diga com que autores anda que lhe direi quem é seu coletivo de pensamento
A banca ajuda a quem cedo madruga
Onde há fumaça, há a cabeça de um pós-graduando pegando fogo
Um dia é do orientando, outro, do orientador
Trabalhos passados movem moinhos
A pressa é a inimiga da aprovação
Manifesto Ditados na Pandemia
ResponderExcluirAutor Mario Afonso da S. Barbosa
Mais vale uma máscara no rosto do que duas na bolsa.
Quem tem boca não vai a Roma, pois estamos em quarentena.
Antes só do que mal acompanhado, principalmente se o acompanhante estiver com Covid-19.
Cavalo preso também pasta. Não é preciso ir ao bar pra tomar sua cervejinha,
Cada macaco no seu galho, pois o macaco vizinho pode estar contaminado.
Em boca fechada não entra mosca; nem corona vírus. Logo, não esqueça da máscara.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirAforismos : refletindo no isolamento
ResponderExcluirA vida social é uma régua: mede-se tudo, compara-se tudo.
A máscara que cobre o nariz e a boca, encobre o que a gente realmente pensa.
A indução leva a ação, mas a ação pode levar a morte.
Não sair pode ser a solução, mas alguém deixará de comer por causa disso.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirManifesto perspectivismo ameríndio
ResponderExcluirTupã é brasileiro.
Uiqueuê Guaraci, oheinê Jaci.
Eu sou uma onça.
La Mirada del Jaguar, de Eduardo Viveiros de Castro
https://www.youtube.com/watch?v=C7UAZ_tQWag
Manifesto do Labirinto
ResponderExcluirA (con)ciência é úmida. Cheira mais à Terra do que ao álcool esterilizante.
O Universo dos saberes é sussurrante no Labirinto. Está nas orelhas e nos outros caminhos.
O fio da Razão é de rigidez inquebrantável: louva o Sim, guia o princípio total.
Para dançar pela rota sem muros é preciso trair os pés marcados.
A mente é monstro mítico feita no e para jorrar. Bicho-touro-estranho, pés dançantes, Dioniso errante.
O Cientista é Ariadne traída, viajando com Teseu. Só encontra liberdade quando se entende Minotauro.
Aforismo antes de comer
ResponderExcluirSe manter rente ao texto não garante que se veja quem comeu quem.
Selvagem só é bom se for deglutido antes do café.
W.O-MAN-INFESTO
ResponderExcluirAforismo da abreviação, da sigla, da abreviatura, do apelido e além…
COVID-19, OMS, ANVISA, IgM/IgG, RT-PCR, RDC, RNA, AFE, CBPF, IMDRF, INCQS, FIOCRUZ, MS, NOTIVISA, TLR, DRIVE THRU, NUPEM, UFRJ, COPPE, OPAS, UNICEF, IRIS, PALTEX, OEA, AGEVISA, CAGEPA, EMPAER, CGE, ILPI, SES-MG, UFRN, SEDIS, LAIS, SUS, EBSERH, HUOL, REDE, DEB, NESC, CORONA, CTS, HCTE, PPG, PR2, CAPES, CNPq, ME, STF, ABM, FNP, PPP, ISSN, ISBN, SCOPUS, GA, SBGG, EPI, CNM, ABM,CPDOC, AEMERJ, SARS-CoV-2, MERS...
W.O. Man infesto araruta e o escambau S.A.
ResponderExcluirO Site de hospedagem
https://sites.google.com/site/atorede/home/w-o-man-infesto-araruta-e-o-escambau-s-a
Uma apresentação virtual
https://docs.google.com/presentation/d/1HAmGB1fBFSH_UdzR_5CTjm9eavn7DnY_2jdfgJ1LCt4/present#slide=id.p
Leitura do Manifesto no Youtube
https://youtu.be/ZUaZBJKdngg
Manifesto dos ditados ao avesso.
ResponderExcluirÁgua mole em pedra dura, tanto bate até que molha.
Em terra de cego, quem tem um olho é expulso.
Deus ajuda quem cedo madruga, mas dormir não é pecado.
Diz-me com quem andas, que eu te direi se vou contigo.
Antropofagia do manifesto
ResponderExcluirNos comemos uns aos outros, socialmente, economicamente, filosoficamente.
É o que restou no mundo. Literalmente a expressão mascarada dos coletivos que se escondem atrás da religião e dos tratados de guerras. Ser e deter o poder, eis a questão.
aforismo-nominalismo-antropofágico
ResponderExcluirAlgumas-Pessoas-Devoradas-Devoradoras-Evacuadas-Manifestadas-no-mundo-da-Antropofagia-Brasileira
(Algum podem dizer que estão em ordem alfabética, mas acho que nem tanto assim.
Considero mais uma desordem analfabética)
André Vallias
Anita Malfatti
Augusto de Campos
Bachofen
Borges
Clarice Lispector
Clastres
Décio Pignatari
Deleuze
Engels
Eurípedes (As Bacantes)
Freud
Gabriel Tarde
Georges Bataille
Geraldo Ferraz
Guimarães Rosa
Hegel
Irmãos Campos (Augusto de Campos e Haroldo de Campos)
Jaime Adour da Câmara
José Lezama Lima
Juan José Saer (O enteado)
Keyserling
Lezania Luma
Machado de Assis
Manuel Bandeira
Mário de Andrade
Marx
Métraux
Montaigne
Nietzsche
Oswald de Andrade
Oswaldo Costa
Pagu
Raul Bopp
Tarsila do Amaral
Tiqqun (Jornal)
Zé Celso
MANIFESTO INSPIRADO PELO COMEÇO
ResponderExcluir- A irritação demonstra uma (ou mais) frustrações.
- Atender compreende entender.
- Energias vibracionais positivas sim se atraem. As negativas se anulam, se engolem.
- Quem pede pouco ganha menos ainda, nessa vida ser pidão é sobreviver.
- Dividir e conquistar também é perder.
Sergio Vaz: Manifesto da Antropofagia periférica
ResponderExcluirA Periferia nos une pelo amor, pela dor e pela cor. dos becos e vielas há de
vir a voz que grita contra o silêncio que nos pune. Eis que surge das
ladeiras um povo lindo e inteligente galopando contra o passado. A favor de
um futuro limpo, para todos os brasileiros.
A favor de um subúrbio que clama por arte e cultura, e universidade para a
diversidade. Agogôs e tamborins acompanhados de violinos, só depois da aula.
Contra a arte patrocinada pelos que corrompem a liberdade de opção. Contra a
arte fabricada para destruir o senso crítico, a emoção e a sensibilidade que
nasce da múltipla escolha.
A Arte que liberta não pode vir da mão que escraviza.
A favor do batuque da cozinha que nasce na cozinha e sinhá não quer. Da
poesia periférica que brota na porta do bar.
Do teatro que não vem do “ter ou não ter…”. Do cinema real que transmite
ilusão.
Das Artes Plásticas, que, de concreto, quer substituir os barracos de
madeiras.
Da Dança que desafoga no lago dos cisnes.
Da Música que não embala os adormecidos.
Da Literatura das ruas despertando nas calçadas.
A Periferia unida, no centro de todas as coisas.
Contra o racismo, a intolerância e as injustiças sociais das quais a arte
vigente não fala.
Contra o artista surdo-mudo e a letra que não fala.
É preciso sugar da arte um novo tipo de artista: o artista-cidadão. Aquele
que na sua arte não revoluciona o mundo, mas também não compactua com a
mediocridade que imbeciliza um povo desprovido de oportunidades. Um artista
a serviço da comunidade, do país. Que armado da verdade, por si só exercita
a revolução.
Contra a arte domingueira que defeca em nossa sala e nos hipnotiza no colo
da poltrona.
Contra a barbárie que é a falta de bibliotecas, cinemas, museus, teatros e
espaços para o acesso à produção cultural.
Contra reis e rainhas do castelo globalizado e quadril avantajado.
Contra o capital que ignora o interior a favor do exterior. Miami pra eles ?
“Me ame pra nós!”.
Contra os carrascos e as vítimas do sistema.
Contra os covardes e eruditos de aquário.
Contra o artista serviçal escravo da vaidade.
Contra os vampiros das verbas públicas e arte privada.
A Arte que liberta não pode vir da mão que escraviza.
Por uma Periferia que nos une pelo amor, pela dor e pela cor.
É TUDO NOSSO!
https://vermelho.org.br/prosa-poesia-arte/sergio-vaz-manifesto-da-antropofagia-periferica/
Para ser telúricx é preciso estar conectadx como entorno. Não há lugar para dispersão.
ResponderExcluirVegetarianismo é uma palavra indígena antiga que significa caçador ruim.
ResponderExcluir“… o sapiens da sabedoria descende do sapiens que saboreia.”
ResponderExcluir(esse é plágio, Michel Serres, Variações sobre o corpo p. 67. vale?)